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01/03/2021

Um ano após o início da pandemia, Barueri regride para fase laranja

Medida passa a valer a partir de segunda-feira (1/3). A partir desta sexta-feira (26) até o dia 14 de março entra em vigor também o “toque de restrição”

Nesta sexta-feira (26), dia em que a pandemia da Covid-19 completa um ano, o governo de São Paulo fez uma reclassificação do Plano São Paulo e regrediu a Grande São Paulo, o que inclui Barueri, para a fase laranja. A medida passa a valer a partir de segunda-feira (1/3).

Na fase laranja do Plano SP, o atendimento presencial da função bar está proibido. Os demais serviços podem funcionar das 6h às 20h com 40% da capacidade de ocupação.

Segundo o governo, essas atitudes foram tomadas por conta da piora dos indicadores da Covid-19, o que inclui o recorde de internações em leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTIs). Na Grande São Paulo, a ocupação de leitos de UTI chegou a 70,8%.

“Nós estamos fazendo o melhor, mas tudo tem limite. Limite de recursos, recursos humanos, então médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, espaços em UTIs para aumentar. Nós temos o risco de colapsar, nós precisamos do apoio da população mais do que nunca”, disse o secretário estadual da Saúde, Jean Gorinchteyn.

Segundo dados da Prefeitura de Barueri, até quarta-feira (24), foram registrados um total de 13.502 infectados pela doença e 497 óbitos.


Toque de restrição

A partir desta sexta-feira (26) até o dia 14 de março entra em vigor o chamado “toque de restrição”, medida anunciada pelo governo de São Paulo que restringirá a circulação de pessoas em todas as cidades, o que inclui Barueri, das 23h até as 5h.

Esta ação, que é complementar ao Plano São Paulo, tem como principal foco coibir eventos clandestinos e reuniões sociais com aglomerações aos finais de noite e madrugadas, além de conter a aceleração da pandemia. Serviços essenciais seguirão funcionando em qualquer horário.

A fiscalização do cumprimento da restrição será feita por uma força-tarefa composta por integrantes das vigilâncias sanitárias, Polícia Militar e Procon.


Fonte: Jornal de Barueri